O Minizôo foi criado em 1925, durante a implantação da primeira etapa da urbanização do Parque Farroupilha e a construção do Parque Paulo Gama.
Aves aquáticas como gansos, patos e marrecos, que viviam em liberdade e utilizavam o lago do Parque Paulo Gama como seu habitat, foram os primeiros animais do minizôo.
Com o desenvolvimento da cidade e a preocupação em proteger esses animais e os que chegavam de doações, foram construídas no ano de 1927, gaiolas para abrigá-los, quando foi oficializado o Minizôo do Parque Paulo Gama. Em meados da década de 60, como a população de animais era considerável, alguns foram transferidos para o Zoológico de Sapucaia do Sul, permancecendo no Minizôo primatas e aves. Em 10 de novembro de 1984, para homenagear uma das mais conhecidas defensoras dos animais da cidade, recebeu o nome de Palmira Gobbi Dias.
Em 1988, os viveiros foram relocados para o interior do parque, com o intuito de não expor os animais ao ruído e à poluição atmosférica causada pelo tráfego intenso do entorno. O Minizôo encontra-se neste local até os dias de hoje, com uma área aproximada de 2.800 m2, abrigando aves, mamíferos e répteis, num todal de 107 animais de 24 espécies, provenientes de doações de particulares ou de apreensões de tráfego e comércio ilegal realizadas pelos órgãos oficiais (IBAMA e Batalhão Ambiental). A alimentação fornecida aos animais é a mais próxima possível da consumida no seu habitat natural.
Estrutura do Minizôo
No Minizôo existem áreas importantes para o seu funcionamento, como o setor de biologia, veterinária, os tratadores, a cozinha e a quarentena, local onde ficam os animais doentes.
Objetivos do Minizôo
O Minizôo funciona como uma sala de aula ao ar livre, dinâmica e cheia de atrações.
Desde sua criação é mais do que mera vitrine dos animais, oferecendo à comunidade um ambiente aprazível, onde podem ser desenvolvidas atividades de:
LAZER - para proporcionar momentos agradáveis de entretenimento, além de um maior contato com a natureza;
EDUCAÇÃO - para transmitir conhecimentos sobre o ambiente natural, possibilitando às pessoas conhecerem os animais que dificilmente teriam chance de ver na natureza;
PESQUISA - para aumentar o conhecimento sobre as espécies por meio do estudo da biologia e do comportamento dos animais;
CONSERVAÇÃO - para viabilizar condições para reprodução das espécies.
Com caráter educativo, o Minizôo abriga diversas espécies, algumas nativas do Rio Grande do Sul. Entre os animais existentes do Minizôo encontram-se:
Araras, Ratões-do-banhado, Jabutis, Micos-prego, Marrecas, Pavões, Faisões, Caracarás, Gaviões, Socós, Papagaios, Caturritas, Jandaias, Maitacas, Chimangos, Tachãs, Saracuras, e Urubus.
ZÕODICAS
* Visitação: de terças a domingos, das 8h30min às 11h45min e das 13h30min às 16h45min.
* As grades e barras existem para proteger o visitante do animal e o animal do visitante. Elas deveM ser respeitadas.
* Os animais têm alimentação especial, portanto NÃO JOGUE comida nos viveiros.
* Trate os aniamais com respeito, sem algazarras e maus tratos.
* Lembre-se: o comércio de animais silvestres é ilegal, não compre e nem capture animais para mantê-los em cativeiros.
* O lixo tem o seu lugar certo. Existem lixeiras distribuídas pelo parque.
* O Minizôo oferece programa de visita orientada para escolas e grupos, organizado mediante agendamento pelo telefone (51) 3286.4458. Além de conhecer as espécies, os visitantes são orientados a não retirar os animais de seus ambientes naturais.
Palmira Gobbi Dias (1909-1979) foi pioneira em Porto Alegre na luta pela preservação da vida dos animais.
Obs.: Os textos acima foram retirados da Cartilha "Conhecendo o Minizôo", publicação do Instituto Vivo, em julho de 2005, com tiragem de oito mil exemplares e distrIbiuição gratuíta.
Em solenidade realizada dia 7 de julho de 2005, no Minizôo Palmira Gobbi Dias, o Instituto Vivo, órgão de responsabilidade social da prestadora de serviços de telecomunicações móveis Vivo, oficializou a adoção deste importante recanto da Redenção.
Durante a solenidade o Instituto Vivo lançou uma Cartilha do Minizôo, com fotos dos animais abrigados, características e local de origem. O livro educativo de 22 páginas coloridas traz ainda um mapa do minizôo e passatempos para as crianças.
A empresa já efetuou algumas melhorias no espaço, como a colocação de placas de identificação dos animais. Entre as obrigações do adotante estão a manutenção, conservação e qualificação do espaço do minizôo.
O "Instituto Vivo" (www.vivo.com.br/institutovivo/home.php) é o órgão de responsabilidade social da prestadora de serviços de telecomunicações móveis "Vivo" (www.vivo.com.br).
Por meio do Instituto, a empresa apóia e desenvolve projetos de educação, meio ambiente e ações de voluntariado.
Veja detalhes e as fotos da solenidade na página "Eventos Ocorridos" ou clique aqui.