Espaço no Brique
A prefeitura de Porto Alegre deve esclarecer os critérios de concessão de espaços no Brique da Redenção. Sempre soube que eram destinados ao artesanato e a antiguidades. Jamais a produtos industrializados.
Como se explica a venda autorizada pela Smic de incenso? E de produtos, visivelmente fabricados em série, acobertados como se fossem artesanato indígena? Agora, para minha surpresa, encontrei uma tenda, no lado do parque, de um empreendimento imobiliário. Cadê a coerência na ocupação desses espaços?
Rui Bisch Fabres
Engenheiro – Porto Alegre