Brique é opção mesmo com o frio
O tradicional Brique da Redenção foi um dos passeios preferidos por aqueles que se aventuraram na manhã ensolarada e fria de domingo, com os termômetros da Capital marcando 18 graus por volta das 10h.
Muitos aproveitaram o dia de folga para curtir a família, tomando chimarrão, comendo pipoca, ou lendo calmamente um jornal.
Outros preferiram fazer exercícios ou conferir as bancas.
O aposentado Abrahão Wainberg, de 85 anos, aproveitou para curtir a calmaria em um dos disputadíssimos bancos da Redenção.
Freqüentador do parque desde a inauguração, Wainberg também já teve uma banca no brique por dois anos, vendendo utensílios antigos.
"É bom para tomar um sol, ouvir música e olhar as moças", disse o aposentado.
O Brique da Redenção também é um local para fazer negócios.
Pipoqueiros e vendedores de churros, algodão-doce e balões são os mais comuns, que atraem a atenção de pessoas de todas as idades.
Alzir D'Agostini comercializa há 26 anos a Pipoca da Nona no Brique.
Ela reclamou dos ambulantes que não possuem alvará "que vem para cá nos sábados, domingos e feriados."