Parque Farroupilha (Redenção)

O parque na Imprensa


Pouco movimento marca o domingo na Capital

Matéria publicada no Correio do Povo de 09 de fevereiro de 2004, página 13.

O domingo ensolarado convidou os porto-alegrenses que ficaram na Capital a um passeio pelos parques, praças e pontos tradicionais de lazer no final de semana, como o Brique da Redenção. Mas o movimento denunciava que fevereiro será um mês de cidade mais vazia.
Poucos veículos circulavam pelas ruas e avenidas durante a manhã. Pouco movimento "Assim está mais tranqüilo, as pessoas não ficam se batendo", avaliou o engenheiro mecânico Daniel Otto, de 31 anos, que caminhava com a mulher, Lisandra Fogaça, de 24, na Usina do Gasômetro. "Moramos aqui por perto e todos os finais de semana damos pelo menos uma passadinha na Usina", contou. Houve quem optasse por um banho de sol às margens do Guaíba ou por um passeio de barco no lago.
No Parcão, o domingo de sol também era atípico, com poucos caminhando ou correndo e a pracinha infantil vazia. No Parque da Redenção, as pessoas começaram a chegar mais tarde do que o habitual. Por volta das 9h, o local estava praticamente deserto e o movimento foi ficando mais intenso lentamente. Caminhada e ciclismo eram as opções preferidas dos que chegaram mais cedo. Depois, os adeptos do chimarrão e do bate-papo na sombra tomaram espaço no parque.
O Brique era outro ponto mais tranqüilo para a busca de antigüidades, gastronomia e artesanato. "Não venho sempre, mas hoje resolvi passear aqui, comprar livros para a minha filha que estuda História e um presente. Se procurar, dá para encontrar bons preços", disse a funcionária pública Rejane Azevedo, de 44 anos. Outras opções de final de semana foram o almoço na Colônia de Pescadores da Ilha da Pintada, com o deliciosdo peixe na taquara, e um passeio de ônibus pela cidade na Linha Turismo.



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