Esta página apresenta as principais matérias publicadas na mídia sobre este site.
O homem que colocou o parque na web
Nosso personagem - O homem que colocou o parque na web
A relação de Luiz de Paula Timotheo, de 63 anos, com o Parque Farroupilha começou na infância, quando brincava no lago e no carrossel. Na adolescência, paquerou nos bancos do corredor central e, já adulto, viu os três filhos repetirem o ritual. Depois vieram os netos e o carinho pelo parque se renovou nas caixas de areia e escorregadores.
Há seis anos, durante uma das suas caminhadas diárias, ele teve a idéia de organizar todas as informações relacionadas à Redenção na Internet. Timotheo fez um curso de HTML e iniciou intensa pesquisa na Smam, Colégio Militar, Prefeitura e museus.
O site www.aredencao.com.br é um almanaque do parque,com documentos como o processo de tombamento, fotos antigas e a carta de doação do terreno. Tudo o que sai na imprensa gaúcha sobre o tema também está lá. “Estou colaborando com a história contemporânea do parque”, orgulha-se.
O site funciona como fórum de leitores e tem informações preciosas para o Conselho de
Usuários. “Recebo mensagens com dúvidas e sugestões e encaminho para os órgãos competentes”, explica. Com oito mil acessos por mês, a página necessita de parceiros para
viabilizar gastos com provedor e domínio.
Timotheo quer eternizar sua ligação com o parque e colocou uma mensagem no site pedindo para que suas cinzas sejam espalhadas por lá. “Mas não em qualquer recanto. Quero-as nas quatro floreiras ao lado do Espelho D’água, as mais próximas da Fonte Luminosa”, avisa.
Foto - Legenda: Luiz Timotheo criou um site para promover a Redenção (Helen Lopes/JÁ)
Sites: sua dica
O amor pelo parque na Internet
Se escrevesse um livro sobre sua vida, o aposentado Luiz de Paula Timotheo, 63 anos, teria de dedicar alguns bons capítulos ao Parque Farroupilha. Apaixonado pela Redenção, o porto-alegrense fez os primeiros passeios ao local com os pais, quando criança. Depois, era com os amigos que ia lá pedalar. Em seguida, vieram as paqueras, o casamento e, quando Luiz se deu conta, levava os filhos para passear no parque.
- Vivo na Redenção. Quando morrer, quero que minhas cinzas sejam enterradas lá. Assim, o Dia de Finados pode se tornar um belo passeio no parque para meus familiares - diz o morador do bairro Medianeira, que praticamente todo dia pega o carro para ir até o Farroupilha.
Longe de ser um assunto delicado, ele e a mulher, Ecilda, 61 anos, tratam o tema com humor. Ela brinca dizendo que, se morrer primeiro, proíbe o marido de namorar em frente às floreiras que devem receber suas cinzas. O desejo do casal foi manifestado publicamente no site sobre a Redenção que Luiz mantém. Só a página na Internet mereceria um capítulo inteiro em uma eventual biografia do aposentado.
A idéia nasceu durante um curso de informática que Luiz freqüentou em 2002. O site foi criado durante as aulas, e o então administrador de empresas decidiu colocá-lo na web. A página é atualizada com freqüência e apresenta dados sobre o parque, sua história, os eventos realizados no local, matérias de outros veículos sobre a Redenção, curiosidades, fotos históricas e imagens enviadas por internautas.
- Eu sou o fotógrafo, o redator e o webdesigner da página. Tenho o maior prazer em manter o site - destaca Luiz.
Ele e a mulher já pensaram em se mudar para mais perto do parque, mas se sentem inseguros. A criminalidade e o vandalismo são apontados pelo aposentado, que faz parte do Conselho de Usuários do Parque Farroupilha, como os maiores problemas da Redenção.
- Durante o dia, tenho medo de andar com minha câmera fotográfica. À noite, nem me arrisco a cruzar o parque - diz ele.
Luiz acredita que cercar a área, de preferência com arbustos para integrá-la à paisagem, seria a melhor solução para evitar vandalismo e criminalidade no seu interior. Durante as viagens que faz com a mulher pelo Brasil, procura conhecer parques e suas experiências. Pela Internet, também pesquisa sobre o assunto e troca idéias, por e-mail, com pessoas que descobrem seu site navegando na web.
Luiz e outros apaixonados pelo parque estão elaborando um estatuto para criar uma associação de amigos da Redenção. Por meio da entidade, eles pretendem levantar recursos para a manutenção da área, que, segundo o conselheiro, sofre com falta de verbas.
Quem quiser conhecer o trabalho de Luiz - e um pouco mais sobre sua vida - pode acessar www.aredencao.com.br
CMPA é destaque no site do Parque Farroupilha
Arte na Internet

Cerca ou não cerca
Está em curso uma consulta popular para saber se o Parque da Redenção deve ou não ser cercado.
Até ontem, cerca de 1 mil internautas já haviam se manifestado, com ligeira vantagem para os que preferem deixar a área como está.
Interessados devem acessar www.aredencao.com.br.
Um site - www.aredencao.com.br